segunda-feira, 25 de junho de 2012

"[POESIAS NÃO SÃO COMO PESSOAS]".



"[POESIAS NÃO SÃO COMO PESSOAS]".

 Poesias não são como pessoas,
 umas fortes outras fracas,
 mais,ou menos sensíveis,
 sem cores ou opacas.

 Poesias são raios de sol,
 reinando no infinito céu,
 tal qual a lua com seu luar,
 cobrindo-nos com seu véu.

 Poesias não tem ignorância,
 retratas a vida com amor,
 em inspiradas palavras,
 restabelecendo seu valor.

 Poesias não são só poesias,
 são meios de vida boa,
 entre letras poéticas,
 por isso não são pessoas...

"[NÃO SERIA ASSIM]".



"[NÃO SERIA ASSIM]".

 Não seria catástrofe,
 no meu puro objetivo,
 que repetes em estrofe,
 seu modo agressivo.

 Não seria desilusão,
 se sua maneira de ser,
 dividisses o coração,
 procurando entender.

 Não seria nada mal,
 dentro desse amor,
 se tratasses de igual,
 com o devido valor.

 Não seria desastroso,
 com esse seu jeito,
 unilateral indecoroso,
 tirando todo meu direito...

domingo, 24 de junho de 2012

"[ESCRITO XLV]". {Mente de poeta}.


"[ESCRITO XLV]".

{Mente de poeta}.

Mente limpa,mente pura,sem tinta,sem moldura!!!

"[ILUSÃO E NADA MAIS]".




"[ILUSÃO E NADA MAIS]".

 Sombras dos que se foram,
 sonhos teremos então,
 que jamais retornaram,
 para intensa sofreguidão.

 Palavras que nos disseram,
 ouvidos com atenção,
 aos passos que nunca demos,
 em prol da alegria e paixão.

 Gestos que nos fizeram,
 dissimulados com perfeição,
 sendo que nunca entenderam,
 quão era de boa intenção.

 Abraços que nos desferiram,
 falsamente com emoção,
 que um dia proliferaram,
 essa dor no coração...

"[POLÍCIA MILITAR]".





 "[POLÍCIA MILITAR]".
 Os centuriões da ordem e da paz,
 com seus grilhões de experiência,
 demonstras toda competência,
 no respeito dum esmero capaz.
 Forçados à viver inanimados,
 pelo descaso dos seus senhores,
 elevando o máximo dos valores,
 nos juramentos confirmados.
 Abastados de empenho e heroísmo,
 mesmo sem condições de serem,
 de farda ou paisano conferem,
 combatendo todo o banditismo.
 Hoje convivem com tolerância,
 pelo imenso amor à profissão,
 um a um desse querido centurião,
 o quanto nos tem importância...  

 "POLÍCIA MILITAR". 

 P'roletários para nosso bem,
 O'stentas com satisfação,
 L'ivres de quaisquer maldição,
 I'ndispensáveis que nos convém.
 C'ongratulação pelo seu dever,
 I'nstituição de proeminente ser,
 A'o nosso grande parecer.
 M'oral sem retrocedimento,
 I'mpério de grandes heróis,
 L'uz que emana como sóis,
 Í'ntegros de puro sentimento.
 T'rabalho gratificante,
 A'utoridades inoperantes,
 R'espeitem seus integrantes...

"[LADRÃO DE ROSAS]".


"[LADRÃO DE ROSAS]".

 Fernando um rapazinho simpático e galanteador,
andava pelas ruas do bairro que conhecia muito bem,cumprimentando todos que encontrava na sua trajetória do dia a dia.
 Nesse dia à caminho da morada da sua atual namorada,
passou em frente de uma casa grande com um jardim repleto de lindas rosas vermelhas.
 Nessa casa ele só conhecia os empregados assim de vista,
sem saber quem eram os proprietários daquela mansão.
 Como de costume andava sempre sem dinheiro teve uma ideia
 de colher algumas rosas e levar para sua amada.
 Pulou o muro e começou a sua colheita.
Já com um buque feito arrumava-se para sair,
quando se deparou com uma linda jovem sentada em um banco,
colocado no gramado ao lado daquele enorme jardim.
 Sem saber o que fazer ou justificar sua estada por ali furtando flores,
dirigiu-se a moça e com um gesto de cavalheirismo ofereceu aquelas flores à ela.
A moça olhou-o firmemente nos olhos e com um sorriso agradeceu sem perguntar nada.
 Esse fato ficou na cabeça do Fernando,
pois nunca tinha visto tanta beleza numa pessoa só,
como aquela criatura que ali estava sentada.
 Passados os dias,Fernando então passou a observar através das suas passadas,
se avistaria a moça que nem sabia do nome,
só tinha aquela linda imagem que guardava em sua mente.
 Com muita sorte,Fernando viu-a no mesmo banco lendo um livro. 
Entretida na leitura nem notou que Fernando pulou de novo o muro,
colheu mais rosas e dirigiu-se à ela e ofereceu-lhe as flores.
 Com o mesmo sorriso ela aceitou,e agradeceu.
 Fernando começou a conversar,muito falador e com educação perguntou seu nome,
ela respondeu é Deyse,ele se apresentou dizendo
 Muito prazer Fernando.
 Começaram então à conversar,ele logo desfez a intenção sabendo 
que ela era casada com o dono daquela mansão.
 Mas mesmo assim,com o dom da conquista que Fernando tinha,
persistiu vendo também que Deyse tinha uma certa carência de conversar com alguém.
 Ali começou um flerte que passou a ser mais sério do que os dois imaginavam,
tornando-se um namoro escondido.
Posteriormente ele começou à frequentar assiduamente a casa de Deyse,
furtivamente é óbvio,entrava e saia sem ser percebido.
 Até que um dia quase foi flagrado pelo marido dela onde que,
Fernando não tinha a menor intenção de conhece-lo.
Escondido em baixo da cama o homem entrou despiu-se
,mas antes de tudo ele tirou uma arma da cintura colocou em cima de um móvel,
tomou banho se armou novamente e saiu.
 Aí,Fernando interessou-se em saber quem era o realmente o marido de sua amante 
que aventuradamente se relacionava.
 A surpresa veio quando ele soube que aquele homem era delegado de polícia,
que atuava na delegacia mais violenta da cidade.
 Despediu-se de Deyse com um breve beijo e simplesmente desapareceu do mapa
,sem nunca mais o terem visto pelas imediações da mansão do delegado...

sábado, 23 de junho de 2012

"[CADA UM COM SEU DOM]".




"[CADA UM COM SEU DOM]".

 Uma gaivotinha saiu do ninho,olhou aquele universo ao seu redor.
 Com poucas penugens,limitou-se à alongar suas curtas asas respirou ainda com seu bico frágil,piscou os olhos,com os pés ainda trêmulos deu seu primeiro passo.Andou até a borda da maré numa prainha deserta se viu totalmente só.Ao levantar sua minuscula cabeça viu entre os raios do sol lindas gaivotas pairando no ar,daquela bela manhã primaveril.
 Sem esperar veio uma onda e carregou-a para dentro d'água.
 Debatendo-se com um instinto natural de sobrevivência consegui nadar de novo para a terra firme.
 Com o coração em sobressalto deitou-se na areia ainda molhada ali descobriu que seu dom era mesmo voar como as outra que ali pairavam num lindo voo debaixo de um belíssimo céu azul.
 Passados os dias foi se formando,criando penas e aguçando seus modos operantes nesse mundo de tantas oportunidades em expressar seus dotes de ave marinha.
 Devido o âmbito natural da pró criação teve uma ninhada de filhotes saudáveis.Então passava os dias ensinado de como seria a vida fora do ninho,e os fez entenderem de que o dom que nasce consigo não tem necessidade de explorar aquilo que não se conhece ensinando bem como é que se voa sem levar sustos tal como tinha sentido no começo de sua prospera vida...